Voltar as raízes e se descobrir é um caminho intenso... porque talvez o sentido real de retorno nem seja voltar a ser mas sim entender o que já foi, o que vale pra agora e o que precisa ser feito.
Compreender dentro de si o quanto precisamos sentir e deixar fluir a aceitação de cada condição.
Porque o que eu era eu não sou mais, e tenho muito o que lembrar...
Não dá pra ser absoluto quando se tem milhões de emoções e sentimentos correndo nas veias, quando se percebe que isso toca os universos alheios e passamos a interferir em outros fluídos.
De repente eu me percebi má, boa e nada disso... Me percebi eu.
E de uns anos pra cá eu caí em muitos ciclos externos pra suportar o meu barulho, aquele que gritava em mim e não tinha outra maneira de exteriorizar.
Porquê nem sempre a gente sabe o que ta acontecendo em nós e não somos o que sentimos, mas ficamos como nossos sentimentos e passa...
Eu me descobri mais essência, mas sem conseguir executar com a mesma espontaneidade que eu tinha quando criança.
Vi meus traumas estampados na minha cara, vi meu corpo relutando, deu falta de ar e deu pânico.
Não dá pra me culpar diante disso, assim como não dá pra culpar alguém pela dor de um acidente. O mundo dos sentimentos é caos, e a gnt aprende mais a repetir exemplos alheios do que nos descobrir do que considerar nosso momento e priorizar o que realmente queremos, até pq fomos ensinados que nada é como queremos, mas a verdade é que nem isso existe. Deviam proibir as pessoas de determinar isso, mais correto seria mostrar que tudo pode ser como queremos mas que existe um passo pra chegar lá... e existem as consequências.
Compreender dentro de si o quanto precisamos sentir e deixar fluir a aceitação de cada condição.
Porque o que eu era eu não sou mais, e tenho muito o que lembrar...
Não dá pra ser absoluto quando se tem milhões de emoções e sentimentos correndo nas veias, quando se percebe que isso toca os universos alheios e passamos a interferir em outros fluídos.
De repente eu me percebi má, boa e nada disso... Me percebi eu.
E de uns anos pra cá eu caí em muitos ciclos externos pra suportar o meu barulho, aquele que gritava em mim e não tinha outra maneira de exteriorizar.
Porquê nem sempre a gente sabe o que ta acontecendo em nós e não somos o que sentimos, mas ficamos como nossos sentimentos e passa...
Eu me descobri mais essência, mas sem conseguir executar com a mesma espontaneidade que eu tinha quando criança.
Vi meus traumas estampados na minha cara, vi meu corpo relutando, deu falta de ar e deu pânico.
Não dá pra me culpar diante disso, assim como não dá pra culpar alguém pela dor de um acidente. O mundo dos sentimentos é caos, e a gnt aprende mais a repetir exemplos alheios do que nos descobrir do que considerar nosso momento e priorizar o que realmente queremos, até pq fomos ensinados que nada é como queremos, mas a verdade é que nem isso existe. Deviam proibir as pessoas de determinar isso, mais correto seria mostrar que tudo pode ser como queremos mas que existe um passo pra chegar lá... e existem as consequências.

