Eu não sei explicar esse sentimento
Essa emoção
Se to chorando de tristeza
De felicidade
De alívio
De peso na consciência
Mas eu sei que sou incrível
O desfecho dessa coisa toda
Surge agora
Surto, dor, decisão, descrença
Coisas que acreditei em outrora
Tudo que eu planejei de morar na rua
Sair por aí sem rumo
Eu me vi tanto nos olhos daquela criança chamada michael, aquela menina, me contou um pouco da sua história...
Falei do reiki, falei da Deusa, e fui me tocando
Quando ia embora ela me deu um abraço tão bom
E quando cheguei aqui percebi o quanto eu tive sorte da Isabel ter me acolhido, mas ru ja era adulta, um surto psicótico aos 27 anos não apagaria toda uma vida.
Mas e uma criança de 12 anos? Nas ruas? Trans ou cis...
Acho q ela é trans
Quem sou eu pra definir gênero? Mas era muito característico
E aquele senhor q eu dei água... as meninas com frio
A alegria de receber um bolo de chocolate
E eu fui só me tocando
Depois, ao chegar aqui... fui passear a Cleópatra, minha rotina noturna de ir nos gatinhos
Fui pensando sobre tudo, até que a lágrima desceu e to me tocando de todo esse desfecho, agora to sentindo necessidade de fazer limpeza...
Antes de ir eu tive uma discussão com o julgamento q eu criei ou de suposições, de sentimentos, de não pertencimento, de achar que tava sendo julgada... cheguei lá e tava tudo tranquilo... depois foi tudo se desenrolando, se resolvendo... só amor.
E neste momento... as 03:11 do dia 26/07/2019 eu to sentindo conexão de novo na vida, entendendo a importância de estar aqui. Ainda que doa, todos estão precisando de ajuda e juntos podemos fazer coisas inacreditáveis.
Entendi tanto essa semana, tanto
Especialmente sobre ressignificar a crença alheia, sobre ouvir, filtrar e absorver o que me alimenta de verdade.
Acho que ainda vou chorar muito por hoje.
Fui tocada, tô tocada e talvez um dia eu consiga falar sobre isso.
Hoje ganhei uma amiga, a Michael...(esse nome hein), e to me perguntando como vou conviver agora com essa amizade, surgida assim, numa noite aleatória de entrega de sopa e água pra moradores de rua.
Ela contou um pouco da história dela, e aquilo me tocou... ela disse numa maneira mecanizada e simpática que era bom morar alí... q tava com um amigo "viado" q cuidou dela e a tirou dos pais que expulsaram ela de casa. Eu senti q ela engoliu um pouco o choro.
Era uma bailarina delicada, feliz, falando e interpretando aquela personagem que assumiu pra esquecer seu passado.
E me vi nela... pq quando a gnt ta em surto tudo é diferente e muito fora da realidade.
E as personagens q eu criei, q sou... senti liberdade de contar pra ela de todas elas, o jeito dela falar me lembrou muito a Carol Ribeiro, que quando eu conheci usava o nome de Pedro.
Enfim, acho q tenho muito o que processar ainda e treinar iniciação no reiki.
Muitas matrixes
Muitas realidades em uma mesma vida ou percepção
Muita coisa
Essa emoção
Se to chorando de tristeza
De felicidade
De alívio
De peso na consciência
Mas eu sei que sou incrível
O desfecho dessa coisa toda
Surge agora
Surto, dor, decisão, descrença
Coisas que acreditei em outrora
Tudo que eu planejei de morar na rua
Sair por aí sem rumo
Eu me vi tanto nos olhos daquela criança chamada michael, aquela menina, me contou um pouco da sua história...
Falei do reiki, falei da Deusa, e fui me tocando
Quando ia embora ela me deu um abraço tão bom
E quando cheguei aqui percebi o quanto eu tive sorte da Isabel ter me acolhido, mas ru ja era adulta, um surto psicótico aos 27 anos não apagaria toda uma vida.
Mas e uma criança de 12 anos? Nas ruas? Trans ou cis...
Acho q ela é trans
Quem sou eu pra definir gênero? Mas era muito característico
E aquele senhor q eu dei água... as meninas com frio
A alegria de receber um bolo de chocolate
E eu fui só me tocando
Depois, ao chegar aqui... fui passear a Cleópatra, minha rotina noturna de ir nos gatinhos
Fui pensando sobre tudo, até que a lágrima desceu e to me tocando de todo esse desfecho, agora to sentindo necessidade de fazer limpeza...
Antes de ir eu tive uma discussão com o julgamento q eu criei ou de suposições, de sentimentos, de não pertencimento, de achar que tava sendo julgada... cheguei lá e tava tudo tranquilo... depois foi tudo se desenrolando, se resolvendo... só amor.
E neste momento... as 03:11 do dia 26/07/2019 eu to sentindo conexão de novo na vida, entendendo a importância de estar aqui. Ainda que doa, todos estão precisando de ajuda e juntos podemos fazer coisas inacreditáveis.
Entendi tanto essa semana, tanto
Especialmente sobre ressignificar a crença alheia, sobre ouvir, filtrar e absorver o que me alimenta de verdade.
Acho que ainda vou chorar muito por hoje.
Fui tocada, tô tocada e talvez um dia eu consiga falar sobre isso.
Hoje ganhei uma amiga, a Michael...(esse nome hein), e to me perguntando como vou conviver agora com essa amizade, surgida assim, numa noite aleatória de entrega de sopa e água pra moradores de rua.
Ela contou um pouco da história dela, e aquilo me tocou... ela disse numa maneira mecanizada e simpática que era bom morar alí... q tava com um amigo "viado" q cuidou dela e a tirou dos pais que expulsaram ela de casa. Eu senti q ela engoliu um pouco o choro.
Era uma bailarina delicada, feliz, falando e interpretando aquela personagem que assumiu pra esquecer seu passado.
E me vi nela... pq quando a gnt ta em surto tudo é diferente e muito fora da realidade.
E as personagens q eu criei, q sou... senti liberdade de contar pra ela de todas elas, o jeito dela falar me lembrou muito a Carol Ribeiro, que quando eu conheci usava o nome de Pedro.
Enfim, acho q tenho muito o que processar ainda e treinar iniciação no reiki.
Muitas matrixes
Muitas realidades em uma mesma vida ou percepção
Muita coisa