Ela ta indo embora e voltando, me abraçando e acelerando meu coração, me fazendo ter milhões de pensamentos, sensações de abandono, de traição, de ser atropelada por algo que nunca vou superar...
Eu não sentia isso desde a adolescência, nem quando terminei um relacionamento de 6 anos eu senti isso novamente.
Parece que a ferida ta aberta ainda, e logo essa semana que tenho tanta coisa pra resolver! E a tpm ta aqui, me pergunto se essa sensibilidade toda vai dar lugar a irritação como nos outros meses e se a nova relação sobreviverá a isso. Espero que sim, to curtindo, e to com medo de ser feliz. É um abismo sem fim a queda e o preço por ter me sentido bem.
Quero voltar a lidar com as perdas.
Hoje é aniversário da minha amiga Ana, que também é família e não quero perdê-la como perdi tantos outros.
Eu digo coisas que doem, machuco, pras pessoas irem embora logo, pra não dar tempo de eu sentir isso do pra sempre amar... Tá errado isso, me faz mal, não quero mais testar a paciência de ninguém, só quero equilíbrio e estabilidade emocional.
Isso ta me sufocando, tem tempo já, mas as vezes passa.
Amanhã é outro dia, hoje foi um dia diferente de ontem, apesar da agonia, ontem eu estava bem melhor, mas também muito bem acompanhada. Hoje estou lidando com a angústia sozinha com os babycats. E tentando estudar, escrever, continuar meus projetos.
Estou ouvindo orphaned land, novo álbum, mas antes ouvi os antigos e abriu muitas janelas de lembranças boas e ruins, e eu vi novamente que aconteceu coisa pra caralho comigo! E tipo... caralho, pq? Mais justificativas do meu surto, se soubesse que daria aquilo teria tacado o foda-se mais cedo já pra preparar o psicológico de todos e o meu.
Vai saber se não seria pior também.
Enfim, música alivia, companhia alivia, mas preciso voltar a aprender a lidar sozinha.
Essa foto é de quando estava em fortaleza, planejando suicídio, numa angústia dessas, ainda mais forte, ainda pior, e eu estava rodeada da família!
Eu não sentia isso desde a adolescência, nem quando terminei um relacionamento de 6 anos eu senti isso novamente.
Parece que a ferida ta aberta ainda, e logo essa semana que tenho tanta coisa pra resolver! E a tpm ta aqui, me pergunto se essa sensibilidade toda vai dar lugar a irritação como nos outros meses e se a nova relação sobreviverá a isso. Espero que sim, to curtindo, e to com medo de ser feliz. É um abismo sem fim a queda e o preço por ter me sentido bem.
Quero voltar a lidar com as perdas.
Hoje é aniversário da minha amiga Ana, que também é família e não quero perdê-la como perdi tantos outros.
Eu digo coisas que doem, machuco, pras pessoas irem embora logo, pra não dar tempo de eu sentir isso do pra sempre amar... Tá errado isso, me faz mal, não quero mais testar a paciência de ninguém, só quero equilíbrio e estabilidade emocional.
Isso ta me sufocando, tem tempo já, mas as vezes passa.
Amanhã é outro dia, hoje foi um dia diferente de ontem, apesar da agonia, ontem eu estava bem melhor, mas também muito bem acompanhada. Hoje estou lidando com a angústia sozinha com os babycats. E tentando estudar, escrever, continuar meus projetos.
Estou ouvindo orphaned land, novo álbum, mas antes ouvi os antigos e abriu muitas janelas de lembranças boas e ruins, e eu vi novamente que aconteceu coisa pra caralho comigo! E tipo... caralho, pq? Mais justificativas do meu surto, se soubesse que daria aquilo teria tacado o foda-se mais cedo já pra preparar o psicológico de todos e o meu.
Vai saber se não seria pior também.
Enfim, música alivia, companhia alivia, mas preciso voltar a aprender a lidar sozinha.

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