Hoje foi um dia solitário, melhorei da gripe, piorei da gripe. Me senti a pior pessoa do mundo, senti que mereço tudo que sofri, decidi mentir pra parar as medicações, voltei atrás nas minhas decisões, tomei novas decisões.
Minha musicoterapia de cada dia, me cura, ao menos no momento que ouço, que deito e recebo carinho dos meus babys. Esse é o espaço que criei pra mim, pra esconder o medo de tudo que anda me cercando e que eu não sei resolver.
Só hoje eu senti raiva e amei todos de uma vez. Sentir compaixão eu sinto, só não sei lidar, e por outro lado eu creio que não merecem minhas lágrimas de saudade e de querer que o tempo volte para eu me resgatar.
Não consideram meu sofrimento uma doença, quem me dera que realmente não fosse! Eu queria estar estável, concretizando meus sonhos, tendo forças pra emitir amor incondicional como aprendi em tantos lugares que passei.
Mas tô aqui dando espaço e aprendendo com parte da definição dele. Eu estou alcançando algum tipo de força e paciência que nunca vi ninguém ter. Não nas minhas condições.
Antes eu gostava de ser sarcástica, impaciente, impulsiva, agressiva, irritada! Hoje eu quero usar essas emoções e estado de espírito quando realmente eu precisar. Me envergonho por não conseguir.
Estou me dando espaço de muitas pessoas, respeitando o espaço de outras.
Aprendendo sobre o espaço que precisa de tempo, sobre o espaço sideral, sobre o espaço que criamos.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Calmaria
Depois daquela sensação, aos poucos eu fui voltando ao sentimento tranquilo.
Comecei a me incomodar profundamente com o meu desequilíbrio instantâneo e explosivo.
Eu digo e repito que quero estabilidade, constância, e todas as vezes que algo sai errado eu quero cortar laços, quero sumir e ia mais uma vez destruir projetos por nada.
Na hora que sinto tanta coisa, eu dificilmente entendo que é exagero, pq enquanto sinto realmente não é.
Essa é a parte que não ligar e não sentir seria ideal pra ter ao menos paz dentro de mim. Hoje eu tô tranquila, me senti linda, resolvi muitas coisas com calma, ontem comecei novas atividades físicas, estou conseguindo ter novos projetos. Estou feliz comigo, e queria tanto que fosse assim todos os dias.
Claro que é possível, as coisas vão dar certo, se ao menos eu conseguir cumprir tudo com disciplina que é algo que nunca tive.
Ontem eu determinei que dessa vez eu não vou desistir de onde moro, das coisas que faço, das pessoas que me cercam por pelo menos 3 anos.
Tem 4 anos que eu não paro em lugar nenhum e muito menos mantenho relações de amizade, familiares, e até mesmo ose colegas por afinidade por mais de 4 meses.
Eu tô batendo recordes entre outros amigos, mas tivemos muita coisa que nos fortaleceram , e a maior afinidade que nos une é a empatia por termos transtorno mental.
Hoje apesar da calmaria, sinto um pouco de medo que me sobrou ontem na aula de arte marcial que acabo de começar.
É justamente o medo de me permitir ser o meu melhor que reconhece o pior. É o pavor de encarar que existo de carne e osso, que tenho meus melhores momentos e que merecem reconhecimento e que meus piores momentos merecem respeito.
Eu me tornei um desafio pra mim, eu me permiti começar uma arte nova, termitão séries, me entregar a novos grupos de novas pessoas e me abri pra novas construções.
Tive pânico, não imaginei que seria tão difícil, mas fui... passei mal... e sai realizada.
Ainda que em minha mente eu tenha saído com muitas questões sobre arte marcial, competitividade, heroísmo, romantização de atletismo e condicionamento físico para proteção da saúde mental, etc., eu consegui abrir mais caminhos em minha vida.
Ainda tô me entupindo de idéias e tentando colocar em prática pra acompanhar o ritmo dos meus pensamentos e ainda não sei onde tudo isso irá me levar.
Comecei a me incomodar profundamente com o meu desequilíbrio instantâneo e explosivo.
Eu digo e repito que quero estabilidade, constância, e todas as vezes que algo sai errado eu quero cortar laços, quero sumir e ia mais uma vez destruir projetos por nada.
Na hora que sinto tanta coisa, eu dificilmente entendo que é exagero, pq enquanto sinto realmente não é.
Essa é a parte que não ligar e não sentir seria ideal pra ter ao menos paz dentro de mim. Hoje eu tô tranquila, me senti linda, resolvi muitas coisas com calma, ontem comecei novas atividades físicas, estou conseguindo ter novos projetos. Estou feliz comigo, e queria tanto que fosse assim todos os dias.
Claro que é possível, as coisas vão dar certo, se ao menos eu conseguir cumprir tudo com disciplina que é algo que nunca tive.
Ontem eu determinei que dessa vez eu não vou desistir de onde moro, das coisas que faço, das pessoas que me cercam por pelo menos 3 anos.
Tem 4 anos que eu não paro em lugar nenhum e muito menos mantenho relações de amizade, familiares, e até mesmo ose colegas por afinidade por mais de 4 meses.
Eu tô batendo recordes entre outros amigos, mas tivemos muita coisa que nos fortaleceram , e a maior afinidade que nos une é a empatia por termos transtorno mental.
Hoje apesar da calmaria, sinto um pouco de medo que me sobrou ontem na aula de arte marcial que acabo de começar.
É justamente o medo de me permitir ser o meu melhor que reconhece o pior. É o pavor de encarar que existo de carne e osso, que tenho meus melhores momentos e que merecem reconhecimento e que meus piores momentos merecem respeito.
Eu me tornei um desafio pra mim, eu me permiti começar uma arte nova, termitão séries, me entregar a novos grupos de novas pessoas e me abri pra novas construções.
Tive pânico, não imaginei que seria tão difícil, mas fui... passei mal... e sai realizada.
Ainda que em minha mente eu tenha saído com muitas questões sobre arte marcial, competitividade, heroísmo, romantização de atletismo e condicionamento físico para proteção da saúde mental, etc., eu consegui abrir mais caminhos em minha vida.
Ainda tô me entupindo de idéias e tentando colocar em prática pra acompanhar o ritmo dos meus pensamentos e ainda não sei onde tudo isso irá me levar.
domingo, 10 de junho de 2018
Nobody
Me disseram que é difícil lidar comigo pq tenho transtorno, antes eu só era ocupada demais, bem resolvida com minha solidão, uma mulher que saiu bem de um relacionamento abusivo.
Uma moça trabalhadora, uma moça guerreira.
Hoje eu só recebo olhares de pena e de preocupação, poucas pessoas me vêem como alguém em recuperação.
Eu não me resumo em um CID, apesar de ainda não me ajustar as coisas, a cada dia que passa eu percebo que devo me afastar mais das pessoas, do mínimo que seja.
Arquivei novamente alguns sonhos, sem perceber fui levada pra um lado que não pensei.
Hoje depois de um desentendimento eu desisti de tanta coisa, pq não to bem pra lidar com problemas alheios e eu não sei lidar nem com o meu.
Deu pra abrir meus olhos e perceber onde estou, na falta estabilidade, um exílio, acorrentada a um estado de sobrevivência.
Eu não tenho saída, não tenho o que fazer.
Quero parar de tomar essas medicações, quero parar de ir no Caps, não to me sentindo bem em muitos lugares e toda vez que sinto que as coisas estão fluindo eu tenho uma decepção.
Eu preciso ir, toda vez minha reação é de ir embora.
Quero ir com meus filhos pra um lugar sem fim. Eu mesma tenho que freiar minha vontade de ir embora, tenho q tentar me segurar nessa tempestade que vem todas as vezes aue discuto ou me desentendo com alguém.
Eu não tenho família, não tenho amigos, só tenho meus gatos. Só eles são minha família.
Ainda que eu só tenha o céu, o horizonte, o por do sol, a noite pra cuidar de mim, em momentos assim eu sou engolida.
Quando eu digo que estou melhorando sempre aparece alguém pra dizer q torce por mim... torcer por mim? Isso não é suficiente pra minha sobrevivência.
Não tenho privacidade, to começando a não ter escolha nos meus dias, nas minhas horas e isso vai exigir de mim uma defesa, um ultimato.
Ainda q digam o tanto que eu possa melhorar só faz sentido pra mim tomar as rédeas da minha vida pra proteger meus filhos gatos. Pq se fossem humanos teria gente pra cuidar.
Eu vou conversar com a Isa sobre a possibilidade de parar de me medicar e de me compremeter a cuidar dos gatos dela por mais 1 ano em troca de moradia. O tempo que quero pra me organizar e ir embora.
Tratamento
Eu só vejo a galera falando de tratamento pra pessoas que já estão em situação grave de transtorno mental, e poucos falam de inserir o meio como parte desse tratamento, isso não inclui só chamar uma galera e falar sobre a doença, isso inclui o meio também aceitar que precisa se tratar.
Eu adoeci, e por mais q digam que depressão independente de classe social, família, etc... é gritante a diferença de quem consegue apoio e terapia familiar, quando consegue não ser subestimada, incapacitada, e ainda assim ter o respeito das limitações que se encontra dependendo da fase da doença.
Eu to cansada de ver gente boa buscando ajuda, querendo desistir de viver pq ta foda, e as pessoas que foram parte da causa acham que são fortes, que não precisam de terapia. Muito fácil né, familiares dizerem que não precisam tratar questões que machucam outras pessoas pq basta rezar, basta trabalhar, basta querer...
E a gnt q acaba dependendo da boa vontade da família, dos psiquiatras, dos serviços sociais, é que somos os doidos, coitados...
Meu sonho é que fosse obrigatório que todos os psiquiatras e psicólogos fizessem acompanhamento psicológico também, todos os funcionários do CAPS e de qualquer clínica, já que querem impor na nossa vida que continuemos vivos, que vale a pena viver, deviam nos ajudar a ajustar as coisas em volta também, eu sei que não é simples. Mas já vi que por trás de muitos doentes mentais existe muito problema familiar, muito pai e mãe egoístas, muitos parentes prejudicando o doente e empurrando goela abaixo crenças e culpas uns nos outros.
Eu tiro por mim, que gostaria muito de nunca mais precisar ficar sob a guarda dos parentes que só me prejudicaram, e ainda que eu consiga responder por mim, muita gente pode querer se meter como fizeram comigo e dizer isso e aquilo.
É muito duro todos os dias ter que enfrentar as coisas como são, dar de cara com a doença ou com a sociedade doente.
Eu sei que eu me afeto mais que o normal com o que dizem, tenho pensado todos os dias em como seria melhor se eu não me afetasse.
Não quero ser alguém insensível, mas de saber direcionar melhor os sentimentos.
Hoje eu senti raiva, revolta, mal humor, sensação de estar sendo injustiçada.
Tudo isso parece que me atropela, eu não sei lidar, preciso aprender a não falar mais nada.
Eu adoeci, e por mais q digam que depressão independente de classe social, família, etc... é gritante a diferença de quem consegue apoio e terapia familiar, quando consegue não ser subestimada, incapacitada, e ainda assim ter o respeito das limitações que se encontra dependendo da fase da doença.
Eu to cansada de ver gente boa buscando ajuda, querendo desistir de viver pq ta foda, e as pessoas que foram parte da causa acham que são fortes, que não precisam de terapia. Muito fácil né, familiares dizerem que não precisam tratar questões que machucam outras pessoas pq basta rezar, basta trabalhar, basta querer...
E a gnt q acaba dependendo da boa vontade da família, dos psiquiatras, dos serviços sociais, é que somos os doidos, coitados...
Meu sonho é que fosse obrigatório que todos os psiquiatras e psicólogos fizessem acompanhamento psicológico também, todos os funcionários do CAPS e de qualquer clínica, já que querem impor na nossa vida que continuemos vivos, que vale a pena viver, deviam nos ajudar a ajustar as coisas em volta também, eu sei que não é simples. Mas já vi que por trás de muitos doentes mentais existe muito problema familiar, muito pai e mãe egoístas, muitos parentes prejudicando o doente e empurrando goela abaixo crenças e culpas uns nos outros.
Eu tiro por mim, que gostaria muito de nunca mais precisar ficar sob a guarda dos parentes que só me prejudicaram, e ainda que eu consiga responder por mim, muita gente pode querer se meter como fizeram comigo e dizer isso e aquilo.
É muito duro todos os dias ter que enfrentar as coisas como são, dar de cara com a doença ou com a sociedade doente.
Eu sei que eu me afeto mais que o normal com o que dizem, tenho pensado todos os dias em como seria melhor se eu não me afetasse.
Não quero ser alguém insensível, mas de saber direcionar melhor os sentimentos.
Hoje eu senti raiva, revolta, mal humor, sensação de estar sendo injustiçada.
Tudo isso parece que me atropela, eu não sei lidar, preciso aprender a não falar mais nada.
Dependência
Ontem meu pânico me trouxe de brinde a verdade estampada na minha cara, do quanto estou dependente, não to mais tão bem como estava.
Me tornei mestre reiki no domingo, Isabel me iniciou, muita coisa senti naquele momento, especialmente o carinho de umas pelas outras.
Uma pena isso existir quando se têm uma crença espiritual por trás.
Me abri como agnóstica, como portadora de um transtorno e que ainda precisa de muita terapia e medicamentos, o reiki e a idéia que tive de trabalhar com ele, são métodos alternativos, de se ter ao menos no momento da aplicação um pouco de paz.
Independente de credo, é uma filosofia, e só interessa a quem recebe se fez alguma diferença ou não.
Acho q seria muito melhor se todos os abençoados entendessem isso, todos os escolhidos por "Deus" ou qualquer ser divino.
Hoje em especial eu acordei nada sociável e com muito medo de perder moradia por não conseguir interagir todos os dias, por preferir ficar no meu canto.
Senti tanta saudade de ter minha autonomia de volta, minha casa, minha privacidade.
As pessoas não fazem ideia do que aconteceu aqui dentro. De que a reviravolta q minha vida deu, até hj não foi bem trabalhada.
Eu queria estar sozinha ao mesmo tempo que não quero estar só.
Paradoxo da minha vida, contradição, caos, confusão...
Só queria mesmo desaparecer ou me ordenar
Me tornei mestre reiki no domingo, Isabel me iniciou, muita coisa senti naquele momento, especialmente o carinho de umas pelas outras.
Uma pena isso existir quando se têm uma crença espiritual por trás.
Me abri como agnóstica, como portadora de um transtorno e que ainda precisa de muita terapia e medicamentos, o reiki e a idéia que tive de trabalhar com ele, são métodos alternativos, de se ter ao menos no momento da aplicação um pouco de paz.
Independente de credo, é uma filosofia, e só interessa a quem recebe se fez alguma diferença ou não.
Acho q seria muito melhor se todos os abençoados entendessem isso, todos os escolhidos por "Deus" ou qualquer ser divino.
Hoje em especial eu acordei nada sociável e com muito medo de perder moradia por não conseguir interagir todos os dias, por preferir ficar no meu canto.
Senti tanta saudade de ter minha autonomia de volta, minha casa, minha privacidade.
As pessoas não fazem ideia do que aconteceu aqui dentro. De que a reviravolta q minha vida deu, até hj não foi bem trabalhada.
Eu queria estar sozinha ao mesmo tempo que não quero estar só.
Paradoxo da minha vida, contradição, caos, confusão...
Só queria mesmo desaparecer ou me ordenar
terça-feira, 5 de junho de 2018
sábado, 2 de junho de 2018
Deixar pra lá?
Eu ouvi isso a vida toda, especialmente de minha progenitora.
"A gnt não vive de passado"
Se fosse tão simples, será mesmo que eu queria sofrer tanto? Quem quer isso?
Se fosse escolha mesmo, teria tanta gente assim, sofrendo tanto?
Nesse momento meu humor deu uma virada, tudo pq meu celular bugou de novo. E isso só me lembra como estava quando eu comecei a surtar... a ter psicose, eu lembro q eu tava maníaca, acelerada, e sim... teria a psicose independente de quem estivesse perto, bastava não ter tomado o antipsicótico, como fiz.
Mas isso justifica ignorar as vontades de uma pessoa?
O pior que vejo nem foi só tanto abuso. Foi o posterior... a família toda e pessoas que se diziam família me convencendo de que deveria ir pra Fortaleza-CE. Contra minha vontade.
E quando vim resolver minha vida me deram as costas.
Eu to tendo que lidar com mais esse trauma.
Eu aparentemente to bem. Minhas fotos e selfies dizem isso. Sim... é aquele momento, não é mentira e nem ilusão. Mas basta um gatilho pra aparecer tudo isso.
Se é todo munto culpado ou a culpa é de ninguém... se é minha ou não, não interessa, são poucas pessoas que estão presentes, aquelas em especial que pedi pra printar tudo e guardar.
Obrigada a vcs!
Não sei o que fazer com esse sentimento de impotência, só sei que preciso juntar provas ao menos a partir de agora.
"A gnt não vive de passado"
Se fosse tão simples, será mesmo que eu queria sofrer tanto? Quem quer isso?
Se fosse escolha mesmo, teria tanta gente assim, sofrendo tanto?
Nesse momento meu humor deu uma virada, tudo pq meu celular bugou de novo. E isso só me lembra como estava quando eu comecei a surtar... a ter psicose, eu lembro q eu tava maníaca, acelerada, e sim... teria a psicose independente de quem estivesse perto, bastava não ter tomado o antipsicótico, como fiz.
Mas isso justifica ignorar as vontades de uma pessoa?
O pior que vejo nem foi só tanto abuso. Foi o posterior... a família toda e pessoas que se diziam família me convencendo de que deveria ir pra Fortaleza-CE. Contra minha vontade.
E quando vim resolver minha vida me deram as costas.
Eu to tendo que lidar com mais esse trauma.
Eu aparentemente to bem. Minhas fotos e selfies dizem isso. Sim... é aquele momento, não é mentira e nem ilusão. Mas basta um gatilho pra aparecer tudo isso.
Se é todo munto culpado ou a culpa é de ninguém... se é minha ou não, não interessa, são poucas pessoas que estão presentes, aquelas em especial que pedi pra printar tudo e guardar.
Obrigada a vcs!
Não sei o que fazer com esse sentimento de impotência, só sei que preciso juntar provas ao menos a partir de agora.
Abuso
Foi o cara casado com minha tia
Foi um cliente do meu primeiro emprego
Foi um namorado abusivo
Foi um cara q mal conhecia
Estupro de vulnerável
Assédio
Tudo isso me envolve e não consigo denunciar, eu recebi muitas acusações, virei inválida... Muita gente virou as costas pra mim.
O que pode ser pior que isso? Se todos esses machos continuam livres, e por mais q eu queira denunciar, ninguém me dá tantas forças pra ir em frente?
Eu to sendo forte de reconhecer isso, de falar aqui... mas me sinto impotente na vida real!
Por mais que me digam o que devo fazer, eu não consigo.
Foi um cliente do meu primeiro emprego
Foi um namorado abusivo
Foi um cara q mal conhecia
Estupro de vulnerável
Assédio
Tudo isso me envolve e não consigo denunciar, eu recebi muitas acusações, virei inválida... Muita gente virou as costas pra mim.
O que pode ser pior que isso? Se todos esses machos continuam livres, e por mais q eu queira denunciar, ninguém me dá tantas forças pra ir em frente?
Eu to sendo forte de reconhecer isso, de falar aqui... mas me sinto impotente na vida real!
Por mais que me digam o que devo fazer, eu não consigo.
Omicis
Ano passado, durante meu surto, fiz muitas besteiras, uma delas foi criar um grupo no whatsapp e falar muitas mentiras a respeito de mim pra envergonhar o abusador!
Claro que somente eu fui prejudicada, e até hj não sei direito como fazer e se devo fazer a denúncia e acusação.
Independente das minhas provas, quem sabe, sabe... Ele sabe que queria q eu fumasse maconha, que pediu pra eu respirar o trago dele, que durante o sexo eu chorei, que o amiguinho dele metido a mateiro estava perto de nós.
Falar o tempo inteito q deveria parar de tomar meus remédios foi abusivo, quando pedi pra que me levasse em casa e não me levou foi abusivo.
Transar comigo quando eu disse que queria chorar foi estupro.
Ele é hacker, me mandou a localização como se estivesse em Sobradinho-DF, mas eu sei q não estava. De alguma maneira todos queriam que eu fosse pra lá.
Um cara que me odiava me tirou d um grupo por minha segurança
Pq?
Ódio eu tenho, e já que sou louca, já que minha vida foi destruída de graça!
Eu perdi mais ainda o medo! Não tenho medo!
Ganhei forças
Ele não sabe com quem mexeu!
Claro que somente eu fui prejudicada, e até hj não sei direito como fazer e se devo fazer a denúncia e acusação.
Independente das minhas provas, quem sabe, sabe... Ele sabe que queria q eu fumasse maconha, que pediu pra eu respirar o trago dele, que durante o sexo eu chorei, que o amiguinho dele metido a mateiro estava perto de nós.
Falar o tempo inteito q deveria parar de tomar meus remédios foi abusivo, quando pedi pra que me levasse em casa e não me levou foi abusivo.
Transar comigo quando eu disse que queria chorar foi estupro.
Ele é hacker, me mandou a localização como se estivesse em Sobradinho-DF, mas eu sei q não estava. De alguma maneira todos queriam que eu fosse pra lá.
Um cara que me odiava me tirou d um grupo por minha segurança
Pq?
Ódio eu tenho, e já que sou louca, já que minha vida foi destruída de graça!
Eu perdi mais ainda o medo! Não tenho medo!
Ganhei forças
Ele não sabe com quem mexeu!
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Paz?
Nem sei pq q escolhi esse título, mas assim que escolhi, lembrei de um poema q escrevi na adolescência, apresentei na escola, deve ter aind ano recanto das letras.
Era: Onde está o amor? Onde está a paz?
Eu nem lembro mais o que escrevi, mas acabo de me encontrar nesse conflito d novo.
Lembrar de tudo aquilo me trouxe ranço dos meus familiares, claro... daqueles de 1o grau. Parece que quanto mais me afasto mais fico bem. E ainda q eles tenham visto minha fragilidade, eles não cuidaram de mim. Minha irmã só me trouxe mais dor de cabeça e se quer reconheceu o erro e pediu desculpas. E minha mãe a considera perfeita, perdoou suas rebeldias, ainda q as minhas por menores que sejam, são até hj condenadas.
Eu criei ranço, vontade de vomitar, e mais q nunca vou atrás d um documento q me proteja, caso eu fique fora de mim d novo, que minha família não tenha direito ou dever de me acolher.
Eu não quero, nunca cuidaram de mim, não me escutam e não encontram se quer erros em si mesmos para melhorarem comigo.
Não vai ser hj q cuidarão.
Eu prefiro ficar longe... sempre longe.
Hoje eu fiquei bem perturbada com muita coisa a respeito do q vivo e como vivo, como será o amanhã.
Me passou pela cabeça q ainda não me encontrei... no meu espaço, na minha intimidade.
Pra piorar tem semanas q to com a libido descontrolada em excesso... e isso me dá uma sensação de abandono sinistro, de vontade de transar com alguém só por transar... Lembro imediatamente do abuso q sofri ano passado, pq até então eu tinha essa imagem de gente q transa com o primeiro q ver pela frente e ta tudo bem.
Mas eu naquela hora, não escolhi... eu fui enganada, ele entrou na minha psicose de missão, e disse q pra me deixar em paz fazia parte da missão dele transar comigo, no mato e sem camisinha.
Hj eu tenho certeza q isso foi estupro de vulnerável, foi abuso, foi o ápice que passei diante de tanto problema.
Eu tive sorte d não ter engravidado e nem ter pego alguma doença.
Depois disso me enrolei com um antigo rolo... depois q sai da mania... eu só quis morrer e a culpa d tudo me sufocou.
Eu carrego ainda a culpa que na real nem faz sentido, mas me culpo.
Eu nasci d novo, to melhor, mas é como se eu tivesse ainda lutando pra viver bem com essa nova vida sem sofrer com os karmas das vidas passadas.
Quando digo karma e vidas passadas, me refiro a vidas que nasci e morri e renasci desde 1989.
Infelizmente eu reencarnei com os mesmos familiares, antigos amigos, vida e contexto atual.
Além d toda garra q estou criando, infelizmente me deparo com a perturbação sexual, sou jovem, eu realmente poderia ter um companheiro ou companheira q me trouxesse junto com o sexo, a segurança que nunca tive.
Ser mulher envolve isso, a gnt se sente tão atacada, tão desprotegida, que não basta se envolver com alguém. A gente quer ter certeza q vai ter um ombro sempre q precisar.
Não entendo como isso é tão confuso se acompanhado de sexo, status e relacionamento, ou o que quer que seja.
Eu hoje admito que quero encontrar a paz, e o amor, e a força pra ser quem sou.
A libido em alta me desconcentra, mas estou há quase 7 meses sem sexo com outras pessoas, tem sido só entre eu e eu.
Por mais que eu estude o tantra, q eu me equilibre em meditação isso parece aumentar... Seria melhor se o tanto d remédios q eu tomo me ajudassem nisso. Se reduzisse a libido como acontece com a maioria. Em mim funcionou no início, mas depois, parece exatamente o contrário.
Em todos esses conflitos que ando sentindo, ainda q melhorando, eu passo por dias de sonolência, apatia, confusão mental. A noite me inspiro e quero fazer tudo... mas a hora de tomar o remédio me apaga.
E passando por tudo isso e só poder contar com pessoas "de fora", me traz uma espécie de mágoa, revolta, e vontade de desaparecer pra sempre de perto da tal família.
Eu falava isso quando criança, talvez ao menos esse sonho se torne realidade, perto deles eu só coleciono mágoas, antes ainda via ponto positivo, mas ao longo dos dias eu só vi piora.
Acho q vou pensar bem a respeito de desaparecer, de me deserdar de qualquer contato com eles. Nunca tive mesmo, não será agora q fará diferença.
O dano já foi causado.
E quero que se exploda quem tem histórias pra contar de pessoas q foram felizes fazendo o contrário do que decidi. Eu não sou elas.
Era: Onde está o amor? Onde está a paz?
Eu nem lembro mais o que escrevi, mas acabo de me encontrar nesse conflito d novo.
Lembrar de tudo aquilo me trouxe ranço dos meus familiares, claro... daqueles de 1o grau. Parece que quanto mais me afasto mais fico bem. E ainda q eles tenham visto minha fragilidade, eles não cuidaram de mim. Minha irmã só me trouxe mais dor de cabeça e se quer reconheceu o erro e pediu desculpas. E minha mãe a considera perfeita, perdoou suas rebeldias, ainda q as minhas por menores que sejam, são até hj condenadas.
Eu criei ranço, vontade de vomitar, e mais q nunca vou atrás d um documento q me proteja, caso eu fique fora de mim d novo, que minha família não tenha direito ou dever de me acolher.
Eu não quero, nunca cuidaram de mim, não me escutam e não encontram se quer erros em si mesmos para melhorarem comigo.
Não vai ser hj q cuidarão.
Eu prefiro ficar longe... sempre longe.
Hoje eu fiquei bem perturbada com muita coisa a respeito do q vivo e como vivo, como será o amanhã.
Me passou pela cabeça q ainda não me encontrei... no meu espaço, na minha intimidade.
Pra piorar tem semanas q to com a libido descontrolada em excesso... e isso me dá uma sensação de abandono sinistro, de vontade de transar com alguém só por transar... Lembro imediatamente do abuso q sofri ano passado, pq até então eu tinha essa imagem de gente q transa com o primeiro q ver pela frente e ta tudo bem.
Mas eu naquela hora, não escolhi... eu fui enganada, ele entrou na minha psicose de missão, e disse q pra me deixar em paz fazia parte da missão dele transar comigo, no mato e sem camisinha.
Hj eu tenho certeza q isso foi estupro de vulnerável, foi abuso, foi o ápice que passei diante de tanto problema.
Eu tive sorte d não ter engravidado e nem ter pego alguma doença.
Depois disso me enrolei com um antigo rolo... depois q sai da mania... eu só quis morrer e a culpa d tudo me sufocou.
Eu carrego ainda a culpa que na real nem faz sentido, mas me culpo.
Eu nasci d novo, to melhor, mas é como se eu tivesse ainda lutando pra viver bem com essa nova vida sem sofrer com os karmas das vidas passadas.
Quando digo karma e vidas passadas, me refiro a vidas que nasci e morri e renasci desde 1989.
Infelizmente eu reencarnei com os mesmos familiares, antigos amigos, vida e contexto atual.
Além d toda garra q estou criando, infelizmente me deparo com a perturbação sexual, sou jovem, eu realmente poderia ter um companheiro ou companheira q me trouxesse junto com o sexo, a segurança que nunca tive.
Ser mulher envolve isso, a gnt se sente tão atacada, tão desprotegida, que não basta se envolver com alguém. A gente quer ter certeza q vai ter um ombro sempre q precisar.
Não entendo como isso é tão confuso se acompanhado de sexo, status e relacionamento, ou o que quer que seja.
Eu hoje admito que quero encontrar a paz, e o amor, e a força pra ser quem sou.
A libido em alta me desconcentra, mas estou há quase 7 meses sem sexo com outras pessoas, tem sido só entre eu e eu.
Por mais que eu estude o tantra, q eu me equilibre em meditação isso parece aumentar... Seria melhor se o tanto d remédios q eu tomo me ajudassem nisso. Se reduzisse a libido como acontece com a maioria. Em mim funcionou no início, mas depois, parece exatamente o contrário.
Em todos esses conflitos que ando sentindo, ainda q melhorando, eu passo por dias de sonolência, apatia, confusão mental. A noite me inspiro e quero fazer tudo... mas a hora de tomar o remédio me apaga.
E passando por tudo isso e só poder contar com pessoas "de fora", me traz uma espécie de mágoa, revolta, e vontade de desaparecer pra sempre de perto da tal família.
Eu falava isso quando criança, talvez ao menos esse sonho se torne realidade, perto deles eu só coleciono mágoas, antes ainda via ponto positivo, mas ao longo dos dias eu só vi piora.
Acho q vou pensar bem a respeito de desaparecer, de me deserdar de qualquer contato com eles. Nunca tive mesmo, não será agora q fará diferença.
O dano já foi causado.
E quero que se exploda quem tem histórias pra contar de pessoas q foram felizes fazendo o contrário do que decidi. Eu não sou elas.
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