sexta-feira, 1 de junho de 2018

Paz?

Nem sei pq q escolhi esse título, mas assim que escolhi, lembrei de um poema q escrevi na adolescência, apresentei na escola, deve ter aind ano recanto das letras.

Era: Onde está o amor? Onde está a paz?

Eu nem lembro mais o que escrevi, mas acabo de me encontrar nesse conflito d novo.

Lembrar de tudo aquilo me trouxe ranço dos meus familiares, claro... daqueles de 1o grau. Parece que quanto mais me afasto mais fico bem. E ainda q eles tenham visto minha fragilidade, eles não cuidaram de mim. Minha irmã só me trouxe mais dor de cabeça e se quer reconheceu o erro e pediu desculpas. E minha mãe a considera perfeita, perdoou suas rebeldias, ainda q as minhas por menores que sejam, são até hj condenadas.

Eu criei ranço, vontade de vomitar,  e mais q nunca vou atrás d um documento q me proteja, caso eu fique fora de mim d novo, que minha família não tenha direito ou dever de me acolher.

Eu não quero, nunca cuidaram de mim, não me escutam e não encontram se quer erros em si mesmos para melhorarem comigo.

Não vai ser hj q cuidarão.
 Eu prefiro ficar longe... sempre longe.

Hoje eu fiquei bem perturbada com muita coisa a respeito do q vivo e como vivo, como será o amanhã.

Me passou pela cabeça q ainda não me encontrei... no meu espaço, na minha intimidade.

Pra piorar tem semanas q to com a libido descontrolada em excesso... e isso me dá uma sensação de abandono sinistro, de vontade de transar com alguém só por transar... Lembro imediatamente do abuso q sofri ano passado, pq até então eu tinha essa imagem de gente q transa com o primeiro q ver pela frente e ta tudo bem.

Mas eu naquela hora, não escolhi... eu fui enganada, ele entrou na minha psicose de missão, e disse q pra me deixar em paz fazia parte da missão dele transar comigo, no mato e sem camisinha.

Hj eu tenho certeza q isso foi estupro de vulnerável, foi abuso, foi o ápice que passei diante de tanto problema.

Eu tive sorte d não ter engravidado e nem ter pego alguma doença.

Depois disso me enrolei com um antigo rolo... depois q sai da mania... eu só quis morrer e a culpa d tudo me sufocou.

Eu carrego ainda a culpa que na real nem faz sentido, mas me culpo.

Eu nasci d novo, to melhor, mas é como se eu tivesse ainda lutando pra viver bem com essa nova vida sem sofrer com os karmas das vidas passadas.

Quando digo karma e vidas passadas, me refiro a vidas que nasci e morri e renasci desde 1989.

Infelizmente eu reencarnei com os mesmos familiares, antigos amigos, vida e contexto atual.


Além d toda garra q estou criando, infelizmente me deparo com a perturbação sexual, sou jovem, eu realmente poderia ter um companheiro ou companheira q me trouxesse junto com o sexo, a segurança que nunca tive.

Ser mulher envolve isso, a gnt se sente tão atacada, tão desprotegida, que não basta se envolver com alguém. A gente quer ter certeza q vai ter um ombro sempre q precisar.

Não entendo como isso é tão confuso se acompanhado de sexo, status e relacionamento, ou o que quer que seja.

Eu hoje admito que quero encontrar a paz, e o amor, e a força pra ser quem sou.

A libido em alta me desconcentra, mas estou há quase 7 meses sem sexo com outras pessoas, tem sido só entre eu e eu.

Por mais que eu estude o tantra, q eu me equilibre em meditação isso parece aumentar... Seria melhor se o tanto d remédios q eu tomo me ajudassem nisso. Se reduzisse a libido como acontece com a maioria. Em mim funcionou no início, mas depois, parece exatamente o contrário.

Em todos esses conflitos que ando sentindo, ainda q melhorando, eu passo por dias de sonolência, apatia, confusão mental. A noite me inspiro e quero fazer tudo... mas a hora de tomar o remédio me apaga.

E passando por tudo isso e só poder contar com pessoas "de fora", me traz uma espécie de mágoa, revolta, e vontade de desaparecer pra sempre de perto da tal família.

Eu falava isso quando criança, talvez ao menos esse sonho se torne realidade, perto deles eu só coleciono mágoas, antes ainda via ponto positivo, mas ao longo dos dias eu só vi piora.

Acho q vou pensar bem a respeito de desaparecer, de me deserdar de qualquer contato com eles. Nunca tive mesmo, não será agora q fará diferença.

O dano já foi causado.

E quero que se exploda quem tem histórias pra contar de pessoas q foram felizes fazendo o contrário do que decidi. Eu não sou elas.



Nenhum comentário:

Postar um comentário