Hoje eu me apavorei, apesar de estar bem melhor, comecei a editar os videos dos cats e todos os videos que tenho pra treinar no programa que baixei.
Eu não me reconheci, não me identifiquei, e ao mesmo tempo sei quem fui todas as vezes. Uma vez me disseram que sou resiliente, mas depois de me ver de fora eu sei que não tem nada a ver com resiliência, tem a ver com morte mesmo. Nessa vida eu morri e nasci tantas vezes, eu só vou indo, abraçando as estrelas, caindo nos meus sonhos impossíveis, traçando novos caminhos que quero ir... e depois percebo que consigo, de uma maneira bizarra, mas consigo.
Em 4 anos eu devo ter sido umas 10 Lilians, e eu até queria acreditar que isso aconteceu só nos últimos 4 anos... Mas aconteceu em períodos mais distantes na minha vida toda!
Mas dentro de mim sempre esteve a certeza que não faço parte e nunca farei parte do sistema. Dentro de mim sempre morou e nunca morreu a vontade de trabalhar com a arte... Cênicas, visuais e meu grande amor que é a música (a escrita se encaixa aqui tmbm).
Talvez por isso eu morri tanto, mudei tanto, precisei trabalhar isso em algum lugar, e infelizmente levei o teatro pra vida real, sem perceber eu criei personagens e impus nas pessoas, sem perceber eu mudei o cenário, toquei músicas que só eu ouvia.
Confesso que estou cansada disso, deve ter completado 1 ano que digo isso.
Acessei arquivos de pessoas que pareciam se importar tanto, percebi que me retirei da vida delas pq não suportei ver que elas ignoravam minha dor, e só me abraçavam na minha alegria, que era quando eu não precisava.
Não consigo sentir raiva delas, só saudades.
Hoje eu quase chorei, mas foi de emoção quando um dos meus amores falou comigo, é uma amiga que amo muito, e fiquei tão feliz q vi que ela se importa. Com certeza se a visse eu iria soluçar de tanto chorar e abraçá-la. Ela tmbm tem depressão, ela me entende e ficar longe dela por escolha minha foi muito difícil.
No fundo eu ainda abraço todos, como se eu fosse uma mãe acalentando ou uma criança pedindo colo.
Eu realmente queria ser mais fácil de conviver. Talvez agora, finalmente fazendo o que amo, eu consiga direcionar todos esses pensamentos, suposições, criações de hipóteses que minha ansiedade adora, pra um lugar encantado chamado Arte.
Ja tive um blog chamado Templo da Arte, ele ta desativado, pq me perdi nele... e olha só eu seguindo ele de novo, mas dentro de mim.
De todas essas Lilians, eu só posso ter certeza dessa que ta no presente. Agora entendo tanta coisa, hoje mesmo vi a diferença de me sentir atraente e de saber que é só minha libido gritando. Se eu não tivesse passado por tudo que passei, provavelmente estaria aprontando alguma coisa que me deixaria confusa e sem saber administrar tantas emoções.
Percebi que nunca consegui lidar com o abandono que minha mente cria, que fujo hoje de novas amizades e novos amores pq não quero mais que acabe... To cansada!
Acontece que eu nunca consigo raciocinar que não acabou, que não fui abandonada, e que só se transformou em outro tipo de relação. É fácil falar, mas na hora que esse sentimento me sufoca, só o alprazolam pra me apagar.
To ansiosa pra começar a nova terapia com EMDR, ao mesmo tempo que pago pra ver se vai adiantar alguma coisa, é como se fosse a última chance de aprender a lidar com minhas emoções que são bugadas devido a tantos traumas.
Agora mesmo meu coração ta meio maluco, talvez pq foi muito emocionante ver tantos Eu's em um curto espaço de tempo.
Eu sempre me vejo morta com alguém contando essas histórias, como se tudo que eu fizesse fosse pra virar provas de alguma coisa que precisa ser contada. É outro fato sobre mim que tenho desde criança, desde que aprendi a escrever e comecei com meu primeiro diário aos 6 anos.
Eu fui tantas... tantas... isso é uma tempestade de emoção. E eu sempre me segurei sozinha, tô cansada disso. O que eu posso fazer? Já to buscando ajuda, engoli meu orgulho pra pedir ajuda, pra aceitar ajuda, pra me formatar, pra morrer e nascer.
Depois disso tudo, ou melhor, escrevendo isso agora, eu tenho absoluta certeza que acabei de nascer de novo.
Eu não me reconheci, não me identifiquei, e ao mesmo tempo sei quem fui todas as vezes. Uma vez me disseram que sou resiliente, mas depois de me ver de fora eu sei que não tem nada a ver com resiliência, tem a ver com morte mesmo. Nessa vida eu morri e nasci tantas vezes, eu só vou indo, abraçando as estrelas, caindo nos meus sonhos impossíveis, traçando novos caminhos que quero ir... e depois percebo que consigo, de uma maneira bizarra, mas consigo.
Em 4 anos eu devo ter sido umas 10 Lilians, e eu até queria acreditar que isso aconteceu só nos últimos 4 anos... Mas aconteceu em períodos mais distantes na minha vida toda!
Mas dentro de mim sempre esteve a certeza que não faço parte e nunca farei parte do sistema. Dentro de mim sempre morou e nunca morreu a vontade de trabalhar com a arte... Cênicas, visuais e meu grande amor que é a música (a escrita se encaixa aqui tmbm).
Talvez por isso eu morri tanto, mudei tanto, precisei trabalhar isso em algum lugar, e infelizmente levei o teatro pra vida real, sem perceber eu criei personagens e impus nas pessoas, sem perceber eu mudei o cenário, toquei músicas que só eu ouvia.
Confesso que estou cansada disso, deve ter completado 1 ano que digo isso.
Acessei arquivos de pessoas que pareciam se importar tanto, percebi que me retirei da vida delas pq não suportei ver que elas ignoravam minha dor, e só me abraçavam na minha alegria, que era quando eu não precisava.
Não consigo sentir raiva delas, só saudades.
Hoje eu quase chorei, mas foi de emoção quando um dos meus amores falou comigo, é uma amiga que amo muito, e fiquei tão feliz q vi que ela se importa. Com certeza se a visse eu iria soluçar de tanto chorar e abraçá-la. Ela tmbm tem depressão, ela me entende e ficar longe dela por escolha minha foi muito difícil.
No fundo eu ainda abraço todos, como se eu fosse uma mãe acalentando ou uma criança pedindo colo.
Eu realmente queria ser mais fácil de conviver. Talvez agora, finalmente fazendo o que amo, eu consiga direcionar todos esses pensamentos, suposições, criações de hipóteses que minha ansiedade adora, pra um lugar encantado chamado Arte.
Ja tive um blog chamado Templo da Arte, ele ta desativado, pq me perdi nele... e olha só eu seguindo ele de novo, mas dentro de mim.
De todas essas Lilians, eu só posso ter certeza dessa que ta no presente. Agora entendo tanta coisa, hoje mesmo vi a diferença de me sentir atraente e de saber que é só minha libido gritando. Se eu não tivesse passado por tudo que passei, provavelmente estaria aprontando alguma coisa que me deixaria confusa e sem saber administrar tantas emoções.
Percebi que nunca consegui lidar com o abandono que minha mente cria, que fujo hoje de novas amizades e novos amores pq não quero mais que acabe... To cansada!
Acontece que eu nunca consigo raciocinar que não acabou, que não fui abandonada, e que só se transformou em outro tipo de relação. É fácil falar, mas na hora que esse sentimento me sufoca, só o alprazolam pra me apagar.
To ansiosa pra começar a nova terapia com EMDR, ao mesmo tempo que pago pra ver se vai adiantar alguma coisa, é como se fosse a última chance de aprender a lidar com minhas emoções que são bugadas devido a tantos traumas.
Agora mesmo meu coração ta meio maluco, talvez pq foi muito emocionante ver tantos Eu's em um curto espaço de tempo.
Eu sempre me vejo morta com alguém contando essas histórias, como se tudo que eu fizesse fosse pra virar provas de alguma coisa que precisa ser contada. É outro fato sobre mim que tenho desde criança, desde que aprendi a escrever e comecei com meu primeiro diário aos 6 anos.
Eu fui tantas... tantas... isso é uma tempestade de emoção. E eu sempre me segurei sozinha, tô cansada disso. O que eu posso fazer? Já to buscando ajuda, engoli meu orgulho pra pedir ajuda, pra aceitar ajuda, pra me formatar, pra morrer e nascer.
Depois disso tudo, ou melhor, escrevendo isso agora, eu tenho absoluta certeza que acabei de nascer de novo.


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