Assombradinho-DF, 21 de Maio de 2018
Quanto dejavú eu tive hoje… 1 passarela e mil histórias.
Me deu foi falta de esperança ao passar pela passarela do império, da qual eu passei 2 anos indo e voltando várias vezes no dia, na época q comecei a faculdade, que tive a briga homérica com meus pais, a que quase sai de casa até um dia sair de verdade e vê-los voltando sem nada pra Fortaleza-CE.
E aí eu pude ver o quanto o Status de ter Pai e Mãe próximos, influencia no meio social.
Morávamos no apto que meu pai pagava o aluguel sozinho e sempre atrasava, até receber um processo de um que ja devia e que fomos despejados, e nesse também ja nao pagava... alem de só pagar o bar, ele faliu de vez… antes de falir de vez já era um insuportável viver naquela situação, era um inferno. Mas eu me apegava a doutrina do vale do amanhecer que me confortava sobre o karma e que eu de alguma maneira merecia aquele sofrimento.
Não só a passarela, os ônibus, as linhas, cada coisa vinha milhões de histórias, ansiedade, falta de controle nos pensamentos... E pra meu azar, eu tive que justamente pegar o msm bus q estava um casal de amigos, ex-amigos sei lá, devem me odiar até hj, o motivo exato eu não lembro, só sei que me deu ataque de pânico, pernas fracas, vertigem, queria descer mas eles tavam no meio do bus.
Comecei a buscar algo de fuga no celular que amenizasse isso e do nada falei que queria transar com um crush, pelo whatsapp, eu já havia entrado no assunto, mas não ia dizer aquilo tão discarado. Acabei contando as últimas frustrações sexuais, e quando chegou perto de descer eu tava menos em pânico.
Desci uma parada antes e deu pra ver q eles me reconheceram, fingi q não os vi. Desci na parada da 707/706, a quadra da escola de música e loja Melodia, onde eu tive meus maiores sonhos, frustrações e pânicos da vida nos meus 15 anos. Foi lá q achei q finalmente ia ter sentido na vida estudando música e meu pai parou de pagar, e ouvi de uma pessoa q foi amiga por mais de 12 anos, q estudar música era perca de tempo, q eu tinha q passar num concurso antes d qualquer coisa.
Na entre quadra 706/707 eu trabalhei numa empresa q terceirizava outsourcing, entre 2010/2011… foram mais frustrações, o pior de tudo é que eu quis sair da área comercial pra entrar na área de RH, tava disposta a tudo e mal sabia eu que só tava trocando o vidro do veneno que engoli todos esses anos longe de fazer o que gosto. Mas eu precisava sobreviver, e até tava acostumada com as reações do meu corpo, até o ds última empresa que me deu uma chefe escrota de brinde e daí eu nunca mais melhorei.
Pensei em meus pais... fui caminhando pro Caps ainda mal, lembrando de tudo, me tremendo, lembrando de tudo que tive que ouvir pra passar por tudo que passei, impossível não ouvir meus pais gritando comigo, rindo da minha cara, me proibindo de fazer qualquer coisa...
Lembrei que era dia da peça sobre a luta antimanicomial, e eu ia falar sobre aceitação, ia filmar e não podia desistir e voltar pra casa.
Eu fiquei muito angustiada em perceber q nunca tive e parece q nunca vou ter um bom relacionamento com meus progenitores, então assim parece mais impossível ter uma relação saudável sendo amorosa ou não com outras pessoas... Lembrei do casal q vi no bus, lembrei de tudo relacionado a eles e os últimos que me afastei, e de brinde com toda aquela tempestade que eu tava sentindo me veio o medo de perder quem ainda tenho.
Um vazio, uma apatia e sensação de abandono me dominou e cheguei no caps no meu disfarce de quem ta suportando viver e que nem sofre tanto assim.
No final, resolvi ir pro terminal da asa sul e ir sentada pra casa... pra q? Pra passar por toda w3 norte e sul e continuar na minha regressão de frustrações, de desamor, de abandono.
Me sinto a pessoa q não merece amor… todas essas paradas, ônibus e quadras presenciaram o quanto eu passei mal, devo merecer mesmo… quem sou eu pra entrar na vida de alguém e levar todas essas tralhas? Ninguém merece… ninguém mesmo.
Eu tava ouvindo música o mais alto que podia, a playlist fuck the sistem q criei, eu só queria esquecer tudo aquilo. Mal cheguei em casa , depois de 3 horas de trânsito e mal comi e já havia esgotado. Avisei mãe Isa q não daria pra sair com a Cléo e nem mesmo ajudar os gatinhos de rua.
Eu só queria morrer!
Quanto dejavú eu tive hoje… 1 passarela e mil histórias.
Me deu foi falta de esperança ao passar pela passarela do império, da qual eu passei 2 anos indo e voltando várias vezes no dia, na época q comecei a faculdade, que tive a briga homérica com meus pais, a que quase sai de casa até um dia sair de verdade e vê-los voltando sem nada pra Fortaleza-CE.
E aí eu pude ver o quanto o Status de ter Pai e Mãe próximos, influencia no meio social.
Morávamos no apto que meu pai pagava o aluguel sozinho e sempre atrasava, até receber um processo de um que ja devia e que fomos despejados, e nesse também ja nao pagava... alem de só pagar o bar, ele faliu de vez… antes de falir de vez já era um insuportável viver naquela situação, era um inferno. Mas eu me apegava a doutrina do vale do amanhecer que me confortava sobre o karma e que eu de alguma maneira merecia aquele sofrimento.
Não só a passarela, os ônibus, as linhas, cada coisa vinha milhões de histórias, ansiedade, falta de controle nos pensamentos... E pra meu azar, eu tive que justamente pegar o msm bus q estava um casal de amigos, ex-amigos sei lá, devem me odiar até hj, o motivo exato eu não lembro, só sei que me deu ataque de pânico, pernas fracas, vertigem, queria descer mas eles tavam no meio do bus.
Comecei a buscar algo de fuga no celular que amenizasse isso e do nada falei que queria transar com um crush, pelo whatsapp, eu já havia entrado no assunto, mas não ia dizer aquilo tão discarado. Acabei contando as últimas frustrações sexuais, e quando chegou perto de descer eu tava menos em pânico.
Desci uma parada antes e deu pra ver q eles me reconheceram, fingi q não os vi. Desci na parada da 707/706, a quadra da escola de música e loja Melodia, onde eu tive meus maiores sonhos, frustrações e pânicos da vida nos meus 15 anos. Foi lá q achei q finalmente ia ter sentido na vida estudando música e meu pai parou de pagar, e ouvi de uma pessoa q foi amiga por mais de 12 anos, q estudar música era perca de tempo, q eu tinha q passar num concurso antes d qualquer coisa.
Na entre quadra 706/707 eu trabalhei numa empresa q terceirizava outsourcing, entre 2010/2011… foram mais frustrações, o pior de tudo é que eu quis sair da área comercial pra entrar na área de RH, tava disposta a tudo e mal sabia eu que só tava trocando o vidro do veneno que engoli todos esses anos longe de fazer o que gosto. Mas eu precisava sobreviver, e até tava acostumada com as reações do meu corpo, até o ds última empresa que me deu uma chefe escrota de brinde e daí eu nunca mais melhorei.
Pensei em meus pais... fui caminhando pro Caps ainda mal, lembrando de tudo, me tremendo, lembrando de tudo que tive que ouvir pra passar por tudo que passei, impossível não ouvir meus pais gritando comigo, rindo da minha cara, me proibindo de fazer qualquer coisa...
Lembrei que era dia da peça sobre a luta antimanicomial, e eu ia falar sobre aceitação, ia filmar e não podia desistir e voltar pra casa.
Eu fiquei muito angustiada em perceber q nunca tive e parece q nunca vou ter um bom relacionamento com meus progenitores, então assim parece mais impossível ter uma relação saudável sendo amorosa ou não com outras pessoas... Lembrei do casal q vi no bus, lembrei de tudo relacionado a eles e os últimos que me afastei, e de brinde com toda aquela tempestade que eu tava sentindo me veio o medo de perder quem ainda tenho.
Um vazio, uma apatia e sensação de abandono me dominou e cheguei no caps no meu disfarce de quem ta suportando viver e que nem sofre tanto assim.
No final, resolvi ir pro terminal da asa sul e ir sentada pra casa... pra q? Pra passar por toda w3 norte e sul e continuar na minha regressão de frustrações, de desamor, de abandono.
Me sinto a pessoa q não merece amor… todas essas paradas, ônibus e quadras presenciaram o quanto eu passei mal, devo merecer mesmo… quem sou eu pra entrar na vida de alguém e levar todas essas tralhas? Ninguém merece… ninguém mesmo.
Eu tava ouvindo música o mais alto que podia, a playlist fuck the sistem q criei, eu só queria esquecer tudo aquilo. Mal cheguei em casa , depois de 3 horas de trânsito e mal comi e já havia esgotado. Avisei mãe Isa q não daria pra sair com a Cléo e nem mesmo ajudar os gatinhos de rua.
Eu só queria morrer!

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